sexta-feira, 29 de agosto de 2014

King James!

James. LeBron James.
Um dos melhores desportistas de sempre. Uma óptima fonte de inspiração. O vídeo tem o foco em 2012, mas podia ser em qualquer outra época porque é sempre fantástico.
Boa sorte nos Cleveland, king!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Sétima Arte | Lucy

Nas últimas semanas, quando se fala de cinema, o filme Lucy tem sido sempre tema de conversa. Ontem, devido ao estado do tempo (chuva em Agosto, adoro) decidi ir ao cinema e escolhi este filme. E não estou arrependida. O filme tem uma fotografia maravilhosa e ultimamente a fotografia de um filme é o que mais me atrai para ir ao cinema.
Quanto ao filme, parte do mito de que nós apenas usamos 10% das capacidades do nosso cérebro e daquilo que poderia acontecer quando alguém atinge a sua capacidade total. O mesmo mito dá mote a um filme protagonizado por Bradley Cooper: Limitless (que eu também já vi). Apesar de o assunto ser o mesmo em ambos os filmes, as histórias seguem rumos completamente diferentes.
Scarlett Johansson é Lucy, uma rapariga normal que é forçada a fazer a entrega de uma mala (sem saber o seu conteúdo) num hotel. Nessa mala está uma droga experimental que é depois introduzida no estômago de Lucy e mais três pessoas para ser traficada para a Europa. Só que o saco rebenta fazendo com que a droga se espalhe no seu sangue dando-lhe poderes extraordinários. Lucy não sente dor, lembra-se de todas as suas memórias, tem poderes sobre si e sobre os outros, entende outras línguas que não compreendia antes, consegue ler a mente dos outros, viajar no tempo, entre outras coisas que não estão acessíveis ao mais comum dos mortais. Conforme a sua capacidade cerebral aumenta, a história vai sendo intercalada com explicações do Professor Norman (personagem interpretada pelo maravilhoso Morgan Freeman) e por imagens da vida animal.
A partir de um certo tempo do filme, as coisas começam a ficar demasiado surreais sendo que Lucy consegue derrotar quem lhe quer fazer fisicamente mal com apenas um estalar de dedos.
Apesar disso, considero que é um filme que vale a pena ver. Pela fotografia, pela banda sonora que é cativante e encaixa perfeitamente na extravagância do filme e muito por causa da sempre maravilhosa Scarlett Johansson, o papel assenta-lhe na perfeição e é sempre um prazer vê-la no grande ecrã, desta vez no papel de uma badass.
Pelas razões que já enumerei, recomendo o filme mas com alguma moderação porque tem cenas também que para mim são completamente descabidas e arriscava mesmo a dizer que roçam ali no estúpido. No entanto vale a pena ver porque é envolvente, apesar da sua extravagância, quando capta a atenção do espectador consegue-a até ao fim e também pela Scarlett (já tinha dito que ela é maravilhosa?).







P.S.: Apesar de já não ser a primeira vez que a teoria de que os humanos usam apenas 10% do seu cérebro é retratada no cinema, já foi provada, pela comunidade científica, ser errónea. Todos nós usamos a totalidade do nosso cérebro (às vezes ninguém diria mas isso é outro assunto). No entanto, considero que esta ideia é interessante. O Homem já é capaz de fazer e construir coisas absolutamente estonteantes, se isso fosse alcançado com apenas 10% do seu cérebro, era incrível o que poderia ser alcançado se alguém conseguisse chegar aos 100%. Quanto ao filme e uma vez que a teoria não é real, o realizador, Luc Besson, dá-nos a entender que quer que façamos uma viagem para fora da vida real. Nem que seja por uns meros 89 minutos.

P.S. 2: Como era de prever, uma vez que ambos os filmes partem da mesma premissa, há uma grande comparação entre Lucy e Limitless. Como já disse, considero-os bastante distintos por diversas razões. Ambos têm os seus pontos fortes e fracos. Se tivesse de eleger um, optaria por Limitless. É mais terra-a-terra do que Lucy apesar da teoria ser a mesma (e não ser correcta) e por isso é mais o meu estilo de filme. Ainda assim, recomendo ambos os filmes.

domingo, 24 de agosto de 2014

ALS Ice Bucket Challenge

Provavelmente já todos conhecem o ALS Ice Bucket Challenge. Têm percorrido mundo vídeos de famosos que aceitam este desafio e o passam a outros. A lista já é grande! Muita tinta já correu por causa deste desafio. E como sempre, há quem goste e há quem não goste. E tudo bem, são coisas naturais da vida. O que seria do azul, se gostássemos todos do amarelo, certo? Mas também há os falsos moralistas, dos quais eu não sou particularmente fã. Vamos por partes.
Eu sou a favor desta iniciativa. E vamos definir uma coisa: estes banhos de água gelada não são os banhos públicos que consiste em tomar banho em público para ganhar um jantar caso a pessoa desafiada não responda ao desafio em 24 horas. Desses já não sou a favor. Acho, pura e simplesmente, estúpidos e é quase o mesmo que ter colado na testa "olhem para mim, sou super fixe porque sou desinibida/o o suficiente para tomar banho em público". Esta iniciativa dos banhos gelados não é nada disso. O objectivo da iniciativa é angariar fundos para a cura da Esclerose Múltipla Amiotrófica. Então, se é para ajudar pessoas, a mim parece-me uma boa ideia. Se aquela água podia ser aproveitada para outros fins, uma vez que há muita gente a quem a água potável ainda não chegou? Claro que podia! Mas, meus queridos falsos moralistas, aposto que vocês não tomam todos banho em 3 minutos para poupar água. E não vivem só com aquilo que vos é essencial. Têm gastos desnecessários, se calhar vão sair à noite e pagam 5€ por uma bebida e quem diz isto, podia falar de qualquer outra coisa. Por isso não se achem cheios de razão.
E vou explicar-vos porque é que apoio a iniciativa. A visibilidade de que os famosos gozam permite que, ao fazerem estes vídeos (que tal como tudo o que fazem tem um enorme impacto), as pessoas querem ver. E para além de ver o vídeo, vêm qual a razão de fazer o vídeo, fazendo com que a mensagem chegue a um maior número de pessoas com uma maior facilidade. E sem esquecer o donativo. Pessoas como o Ronaldo, o Bill Gates, o Chris Martin e todas estas estrelas gozam de um poder financeiro incrível e podem fazer doações verdadeiramente enormes. O facto de fazerem as doações incentiva outras pessoas anónimas a seguirem os seus passos porque tomam alguns deles como exemplos e por isso, seguem-nos. Os famosos têm essa visibilidade que pode servir para promover uma coisa óptima ou uma coisa má. Se usarem a sua visibilidade para coisas assim, estão a usá-la de forma correcta. Há muitas outras pessoas que dizem que quem faz estes vídeos apenas pretende ser falado e visto e a promoção do eu. Discordo pelas razões que já dei. Mesmo que queiram a promoção de si próprios, que é uma coisa já comum no mundo do entretenimento e em outras áreas, já estão a ajudar com a promoção da doença e com o donativo (ainda assim não me parece que Bill Gates ou Mark Zuckerberg, entre outros, precisem de se promover ou exibir). Se podiam doar o dinheiro sem fazer e publicar o vídeo? Claro que podiam, podiam manter a sua boa acção em segredo, mas isso não tinha tanto impacto como está este desafio a ter e acredito que não iria arrecadar tantas doações.
Por isso sim, sou a favor deste desafio porque tem como objectivo ajudar os outros, promover o bem-estar dos outros e passar uma palavra importante. De entre vários vídeos que já vi (alguns com um resultado final incrível), vi ao bocadinho o vídeo lançado pelos Foo Fighters, que é muito original. Consiste num remake do filme Carrie em que Dave Grohl (o vocalista) está de vestido, coroa e um ramo de flores quando é surpreendido com um balde de água fria (no filme, Carrie é surpreendida por um banho de sangue, bastante mais desagradável). O vídeo mistura as filmagens do pequeno remake com cenas originais do filme. Confiram aqui a inovação deste pequeno vídeo:

sábado, 23 de agosto de 2014

Suits

Estou a acompanhar uma série da qual ainda não falei aqui. Bem, estou a acompanhar duas que não falei aqui: Suits e The Walking Dead para além de Scandal e Bones que estão ambas paradas. Hoje vou dar foco em Suits.
Suits retrata a vida de Harvey Specter (Gabriel Macht), um dos melhores advogados de Nova Iorque, e do jovem brilhante (e com memória fotográfica) Mike Ross (Patrick J. Adams) a partir do momento em que, fruto de uma venda de droga que não corre como previsto, Mike passa a trabalhar com Harvey. O enredo é fantástico, apesar da minha descrição da série não lhe fazer justiça. Depois há outras personagens que são absolutamente espectaculares: Louis Litt (Rick Hoffman) que apesar de às vezes conseguir ser terrível é absolutamente extraordinário e Donna Paulsen (Sarah Rafferty), não há como não gostar desta mulher (nem do seu guarda-roupa!). Há ainda as personagens assim-assim, ainda não decidi em que categoria as colocar, às vezes gosto e outras vezes só me irritam: Rachel Zane (Meghan Markle) e Jessica Pearson (Gina Torres) mas quanto ao guarda-roupa dela já tomei uma posição: também pode vir cá para casa, há espaço para tudo!
 Vou deixar-vos com uma das cenas de que mais gostei (eu gostei de tantas mas hoje só vou partilhar uma ou então fico aqui a noite toda):


Infelizmente não consigo inserir aqui o vídeo que queria, só consigo encontrar a o remix que acompanha a cena (a banda sonora da série também é óptima, e este remix é espectacular, se alguém encontrar a versão longa que me avise!), mas podem ver o vídeo aqui.

Dois dos actores principais, Patrick J. Adams e Meghan Markle têm projectos fora da série bastante interessantes, que eu acompanho e um dia destes pretendo falar sobre esses projectos aqui no blog. Patrick tira fotografias lindíssimas e Meghan tem um blogue bastante interessante.
Tenho andado com o sono desregulado. Estou de férias e não estou. Não tenho aulas, mas estou a trabalhar. A rotina quebra-se e eu desleixo-me um bocadinho. Por isso o meu tempo para  vir aqui não tem sido assim muito. Hoje vou deixar-vos com três vídeos novos dos Coldplay. Gosto muito da originalidade de todos eles e das mensagens que transmitem. Não são vazios, têm conteúdo. E depois têm aquela voz do Chris Martin, tão doce e tão reconfortante. Não há como não gostar. Vejam e digam-me se gostam. Eu sou fã!



O regresso a casa!

Foto: www.vitoriasc.pt
Depois de dois jogos no Campeonato Nacional, o Vitória soma seis golos marcados contra apenas um golo sofrido. Os números não enganam. O Vitória entrou no campeonato em força e não há forma de o negar. Não são apenas duas vitórias folgadas e confortáveis. É um jogar bonito que está por trás dos resultados que me agrada ainda mais. É claro que me dá gozo ganhar e como é óbvio, quanto maior for a diferença mais satisfeita eu fico, mas gosto de uma equipa que saiba jogar futebol, que saiba aquilo que faz e que o faz com garra. É isso que o Vitória é. Uma equipa de miúdos com uma enorme sede de vencer aliada a um trabalho e talento que eu valorizo imenso. Espero e acredito que a equipa vai trabalhar mais e melhor para oferecer aos adeptos uma época com imensas alegrias.
Como sabe bem regressar a casa desta forma. Estou muito orgulhosa da equipa. E não entrando em histerismos (porque não sou de o fazer nem acho que haja necessidade disso), acredito que isto seja o começo de uma página bonita e agradável na nossa história. Pelo meu lado, vou fazer o que me compete fazer: oferecer o meu apoio incondicional, no berço ou noutro estádio, exigindo garra e dedicação. Segue-se agora, no próximo sábado, uma deslocação a Belém. Nunca é fácil, mas eu acredito!
Não há como não referir Hernâni e Bernard. Dois jogadores com imensa categoria e que vão, com certeza, ficar ainda melhores. É com muito orgulho que os vejo de Rei ao peito.
De referir ainda os mais de 14 mil espectadores presentes no estádio. Infelizmente, nos últimos tempos, a nossa casa não costuma ter assistências destas. Esta casa deve-se muito aos emigrantes, claro, mas acredito também que o bom futebol e o bom resultado em Barcelos entusiasmou os vitorianos a ocupar a sua cadeira no estádio. Que assim continue. Que se possa encher o estádio esta época, as saudades já são muitas!
E uma nota triste para a lesão do nosso capitão Moreno que festejou o seu aniversário esta semana!

Foto: www.vitoriasc.pt
Foto: www.vitoriasc.pt
Não acredito em sorte. Sou mais crente no trabalho, no esforço e dedicação. Acho que quando queremos realmente alguma coisa, só há uma forma de a alcançar: catalisando todas as nossas energias para isso, transformar as críticas em alguma coisa que só nos dá mais sede de vencer. É assim que eu vejo as coisas. É assim que eu espero que estes meninos as vejam também.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A Póvoa que eu adoro!

Hoje é Dia Mundial da Fotografia. Para marcar este dia vou partilhar aqui umas fotografias que tirei na Póvoa de Varzim no último Domingo.
Gosto da Póvoa assim, ao pôr-do-sol. Calma e sossegada. Sem todo aquele barulho e movimento que lhe é característico de Agosto. Despida de pessoas.
Esta é a minha Póvoa mais querida. Onde posso estar sem ser definida por ninguém. Onde eu gosto de estar.




domingo, 17 de agosto de 2014

Começo feliz

Foto: www.vitoriasc.pt
O campeonato iniciou ontem para o (meu) Vitória e da melhor maneira. Uma vitória sobre o Gil Vicente em Barcelos. Esta equipa recheada de jovens e com a prata (ou ouro) da casa convenceu no primeiro desafio da época. Sem entrar em euforias porque é o primeiro mas com confiança nestes miúdos, é assim que eu vejo o início de campeonato. Uma equipa jovem mas com imenso valor, creio que o Vitória tem possibilidade de se superar e de cumprir os seus objectivos. Acredito, sinceramente, que possamos ir longe desta vez.
O próximo desafio é em casa, na próxima sexta-feira pelas 20 horas. Não é o melhor horário, mas não há desculpas para não apoiar. Eu vou, com certeza, lá estar. Já sinto falta de casa!

Não posso deixar de referir que apesar de continuarem a ser tomadas medidas contra os adeptos do futebol (e contra o próprio futebol, que se faz muito de adeptos), somos nós que continuamos a marcar a diferença com um apoio incomum. Em casa ou noutro estádio, dentro ou fora dele, nós sabemos ser diferentes e resistir ao que nos querem impor. Fui totalmente a favor do boicote que as claques fizeram ao jogo e foi com enorme orgulho que ouvi, através da televisão, o imenso barulho que fizeram e a cooperação entre os adeptos que estavam fora e os que estavam dentro do estádio. Espero que a partir de agora sejam tomadas medidas por parte de alguém para acautelar estas situações. Os preço dos bilhetes era demasiado elevado para a condição da maioria dos portugueses. O estádio podia estar muito mais bonito com a presença em massa dos vitorianos. Infelizmente não quiseram as coisas assim. Foi o futebol que ficou a perder.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Phenomenal Woman, That's Me!

Pretty women wonder where my secret lies.
I'm not cute or built to suit a fashion model's size
But when I start to tell them,
They think I'm telling lies.
I say,
It's in the reach of my arms
The span of my hips,
The stride of my step,
The curl of my lips.
I'm a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,
Thats me.

I walk into a room
Just as cool as you please,
And to a man,
The fellows stand or
Fall down on their knees.
Then they swarm around me,
A hive of honey bees.
I say,
It's the fire in my eyes,
And the flash of my teeth,
The swing in my waist,
And the joy in my feet.
I'm a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,
That's me.

Men themselves have wondered
What they see in me.
They try so much
But they can't touch
My inner mystery.
When I try to show them
They say they still can't see.
I say,
It's in the arch of my back,
The sun of my smile,
The ride of my breasts,
The grace of my style.
I'm a woman

Phenomenally.
Phenomenal woman,
That's me.

Now you understand
Just why my head's not bowed.
I don't shout or jump about
Or have to talk real loud.
When you see me passing
It ought to make you proud.
I say,
It's in the click of my heels,
The bend of my hair,
The palm of my hand,,
The need of my care,
'Cause I'm a woman
Phenomenally.
Phenomenal woman,
That's me.

Maya Angelou

terça-feira, 12 de agosto de 2014


Não vi todos os filmes de Robin Williams, mas um dos meus filmes preferidos tem este senhor num papel relevante: Good Will Hunting (em português: O Bom Rebelde). Um extraordinário filme de 1997.
E é assim que recordo Robin Williams. Foi encontrado morto. O cinema perde mais uma estrela, mais um símbolo de cultura ímpar.
Rest in Peace, Robin. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A minha bebé!

No sábado passado falei aqui da minha vontade de ter uma máquina fotográfica instantânea, e do meu amor pela Polaroid. Depois de pensar sobre isso, lembrei-me que o meu tio tinha uma quando eu era pequena. Não sabia o que tinha feito dela. Hoje, enquanto estávamos em família falámos, por puro acaso, em máquinas fotográficas e lembrei-me de perguntar. Ele disse-me que ainda a tinha mas já não a usava em anos e disse-me que podia ir buscá-la. E qual não é a minha surpresa quando vejo a caixa da Polaroid. Polaroid 636 Close Up. É minha. Infelizmente o meu tio não tem filme/cartuchos para a máquina por isso não pude ainda tirar fotografia nenhuma. Já estive a fazer umas pesquisas online e descobri algumas lojas onde posso adquirir o filme. A mais próxima é no Porto. Vou tentar comprar pela internet, talvez tente pelo eBay. E amanhã vou ligar para os fotógrafos daqui da zona, na esperança de arranjar logo filme porque estou para lá de ansiosa para tirar a minha primeira fotografia instantânea.
Caso tenham conselhos para uma melhor utilização da máquina ou caso saibam locais onde eu possa adquirir cartuchos/filme Polaroid 600 eu agradeço muito que deixem nos comentários. Dá para ver que estou muito entusiasmada?
Depois deixo-vos aqui fotos reais da máquina fotográfica que não é nova (desde os meus três anos, pelo menos, o meu tio é dono desta preciosidade), mas está em bom estado e para mim parece-me óptima. As seguintes fotos são retiradas do google:




sábado, 9 de agosto de 2014

Intocável

Não sei se já perceberam que tenho um gosto particular por fotografia. Volta e meia vou dando a conhecer algum projecto fotográfico. Gosto de fotografar, capturar um momento único. Ultimamente há uma moda incontornável: as selfies. Contra as quais eu não tenho nada contra, mas não são as selfies o propósito deste post.
Sou proprietária de uma Fujifilm FinePix S2950 à já alguns anos e não a acho nada de especial. Muitas das minhas fotografias são capturadas com o meu telemóvel, um Nokia Lumia 900. Não tenho nenhum curso ou workshop de fotografia mas é uma das coisas que quero fazer brevemente.
A fotografia não é uma paixão incondicional, não levo a minha máquina fotográfica para todo o lado e não tiro tantas fotografias como queria. Não invisto muito, também é verdade. Mas é uma coisa de que gosto, que me agrada e que me interessa bastante.
Recentemente, através de vários blogs, tive conhecimento de uma máquina analógica lançada pela Fujifilm. É a Instax Mini 8. É uma instantânea queridinha, pequenina. Daquelas que dá para andar sempre na mala. Mas o formato e tamanho da fotografia não me agradou. Então decidi ir fazer pesquisa ao site da Fujifilm e descobri a Instax 210. É maior e o formato da fotografia é mais ao meu gosto. O preço é bastante acessível: 69€ na Worten.
Não é exactamente aquilo que eu quero. Eu adorava ter uma Polaroid, mas são mais caras, assim como as cargas têm um preço mais elevado. E para aquilo que eu sei, e vou ser sincera, não é muito, a Fujifilm enche-me as medidas.
Vou tirar um curso de fotografia e comprar uma destas. Assim espero!

A Fujifilm Instax 210

A bebé: Polaroid Sun 600!
Num tempo em que a fotografia é toda ela digitalizada, em que se apaga e se volta a fotografar, em que podemos alterar tudo, em que podemos até perder a essência da fotografia, ter uma máquina destas dá outro toque: o que é, é. Sem filtros, sem alterações. É aquilo, seja como for. Seja bom ou mau. É o momento. Inalterável. Intocável.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

"Kisses are the solution"

Esta tinha de estar aqui pelas razões óbvias. Foi tirada em Veneza, Itália.
Há projectos fotográficos verdadeiramente encantadores e originais. É o caso do projecto 100 World Kisses do fotógrafo argentino Ignacio Lehmann. O conceito deste projecto é simples e bonito: captar beijos por esse mundo fora, desde Roma a Tóquio.
O que mais me fascina neste projecto não é exactamente o produto final, apesar de este ser maravilhoso. O que mais me fascina é o momento mágico em que a fotografia foi tirada. Aquele momento especial em que duas pessoas se beijam, sejam namorados, seja o pai que beija a filha ou qualquer outro beijo que exprima qualquer outro sentimento. Não interessa. Os beijos são a solução. Curam e unem. Podem fazer o nosso dia melhor, mais bonito e especial. Podem ser a solução para a dor, para o silêncio, para os maus dias.
Deixo-vos algumas das minhas favoritas:






Podem ver outras tantas fotografias lindas aqui.